INFORMAÇÕES SOBRE OS CONCURSOS

 

Biologia Celular e do Desenvolvimento

BANCA

CRONOGRAMA

INSCRIÇÕES DEFERIDAS

 

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Genética I

 Inscrições deferidas

 

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Marketing e Inteligência Competittiva

Cronograma provisório
Banca

 

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Biologia Celular

Banca

Cronograma

Inscrições deferidas 

 

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Biorremediação

Análise inscrições

 

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Tecnologias em Produtos Fitoterápicos e Farmacobotânica

Inscrições deferidas

 

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Ciências dos materiais

Inscrições deferidas

 Banca

 Cronograma

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Materiais poliméricos

 Banca

Cronograma provisório

 Inscrições deferidas

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Física

Banca

Análise das inscrições

Cronograma

 

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 Química Geral

Análise das inscrições

Resultado da Prova Escrita e Cronograma para a próxima etapa 

Cronograma

 

 

 

 

O Polo UFRJ-Xerém apoia a Frente da UFRJ Contra a Extinção do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

 

MCTI Copia

 

 Jornada de Trabalho: 20h.

Requisitos básicos: Graduação com no mínimo especialização

 

Remuneração Total (R$): 2.119,02 (Especialização), 2.394,74 (Mestrado), 2.752,60 (Doutorado).

A UFRJ oferece transporte diário da Ilha do Fundão para o Campus de Xerém.

 

Inscrições: 15,16,17 e 20/06

 

            Polo de Xerém - UFRJ

            Estrada de Xerém nº27 - Xerém

            Duque de Caxias / RJ - CEP: 25.245-390

            Complexo Tamoio/Anexo. Setor de Pessoal. 2º andar no horário de 10:00 às 15:00 h.

            Telefone: (21) 2679-1018

 

Edital: EDITAL 178

 

 

 Programas

 

Ciências Biológicas e Nanotecnologia/Marketing e Inteligência Competitiva

Vagas: 1

 

Curso/Setor ou Área: Ciências Biológicas/Biologia Celular

Vagas: 1

 

Curso/Setor ou Área: Ciências Biológicas/Biologia Celular e do desenvolvimento

Vagas: 1

 

Curso/Setor ou Área: Ciências Biológicas/Química Geral

Vagas: 2

 

Curso/Setor ou Área: Nanotecnologia/Ciências dos materiais

Vagas: 1

 

Curso/Setor ou Área: Nanotecnologia/Materiais poliméricos

Vagas: 1

 

Curso/Setor ou Área: Ciências Biológicas/Genética I

Vagas: 2

 

Curso/Setor ou Área: Ciências Biológicas/Farmacobotânica e Cultivo de plantasFarmacobotânica e Cultivo de plantas

Vagas: 1

 

Curso/Setor ou Área: Ciências Biológicas/ Biorremediação

Vagas: 1

 

Curso/Setor ou Área: Nanotecnologia/Física

Vagas: 1

 

 

 MCTI DIVULGAR

 

A criação do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), em 1985, expressou uma longa luta da comunidade científica brasileira, que ganhou força, sobretudo, a partir do início dos anos 1960, assim como a compreensão de importantes setores da sociedade de que o lugar da C&T no âmbito do Estado deveria afirmar o seu caráter estratégico para a nação. O fortalecimento dessas duas áreas, somadas à inovação, é condição necessária para o desenvolvimento econômico e social do país, objetivando superar as desigualdades sociais e regionais.

A seção da Constituição dedicada ao setor confirmou a ciência como fundamental para o porvir do país, recebendo tratamento prioritário do Estado na Constituição. A C&T foi inscrita no Cap. IV, na sequência daquele dedicado à educação. A inter-relação estreita entre educação, ciência e tecnologia coloca em relevo o fato de que parte fundamental da pesquisa é desenvolvida nas universidades públicas, responsáveis pela formação de quadros para todo o sistema.

A consolidação do MCT possibilitou notáveis contribuições para a pesquisa nas universidades. Compreendida como política de Estado, referenciada na Constituição e organizada em nível ministerial, a ciência brasileira rapidamente ganhou dimensão internacional, contribuindo, de modo decisivo e marcante, para o enfrentamento das grandes questões nacionais, em todos os domínios do conhecimento.

A conformação, no rol do Estado, no âmbito do MCT, dos órgãos de fomento, CNPq e Finep viabilizou a estruturação de importantes laboratórios e institutos públicos vinculados ao MCT. Grandes programas foram estruturados em domínios estratégicos para o país, fomentando a pesquisa e a pós-graduação nas universidades públicas. Objetivando desconcentrar as atividades de pesquisa, o MCT criou condições para a difusão de novos espaços de pesquisa em todo o país, por meio de programas regionais. Posteriormente, fortaleceu o fomento da Pesquisa e Desenvolvimento, agregando a Inovação, passando a ser nomeado MCTI, em 2015.

A institucionalização da pesquisa nos institutos e universidades públicas, em todo o país, não seria possível sem o Ministério. Em um curto tempo histórico, o Brasil passou a compor o rol das nações com capacidade de produção de conhecimento em domínios cruciais para lograr avanços sociais e econômicos extraordinários, em virtude do vigor de sua ciência e tecnologia.

É inaceitável que todas essas conquistas republicanas e nacionais venham a sofrer retrocessos em virtude do ajuste fiscal. Não apenas porque a economia com a sua anexação ao Ministério das Comunicações é pífia, mas porque significa, concretamente, um deslocamento da área para um lugar periférico no rol do Estado. Além disso, representa uma indisfarçada ofensiva de um programa cultural retrógrado que visa anular os grandes avanços científicos, tecnológicos, culturais e sociais experimentados pelo Brasil a partir da Constituição Federal de 1988.

Redes e linhas de pesquisa podem ser inviabilizadas, laboratórios desfeitos e a formação das novas gerações de pesquisadores severamente prejudicada. Rigorosamente, tal medida não resultou de um debate democrático, visto que imposto por Medida Provisória exarada por um governo interino.
O Conselho Universitário da UFRJ manifesta profunda preocupação e avalia como inadmissível a extinção do MCTI, unindo-se, assim, às demais universidades públicas, às instituições de pesquisa, às entidades representativas como Andifes, ABC, SBPC, sindicatos e movimentos democráticos para reivindicar, de imediato, a manutenção do MCTI e sua gestão como política de Estado, livre dos interesses particularistas.

Rio de Janeiro, 9 de junho de 2016.

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